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Mortos em conflito entre Israel, Estados Unidos e Irã já ultrapassam os 550, diz mídia
Por Administrador
Publicado em 03/03/2026 07:33
Segurança

O número de mortos nos ataques no conflito entre Israel, Estados Unidos e Irã já ultrapassa as 550 pessoas, segundo a mídia estatal iraniana. Ainda, outras 747 pessoas teriam ficado feridas, de acordo com a organização humanitária Crescente Vermelho.

 

O primeiro ataque aconteceu na madrugada de sábado (28), por via marítima e aérea. De forma coordenada, Estados Unidos e Israel investiram contra o irã, com explosões registradas na capital, Teerã, e em Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. Como forma de retaliação, o Irã lançou mísseis contra Israel e atacou bases militares dos EUA no Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Emirados Árabes.

 

Entre os principais líderes iranianos mortos estão:

 

 

Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã;

Ministro da Defesa Amir Nasirzadeh;

Chefe do Estado-Maior Abdolrahim Mousavi;

Comandante da Guarda Revolucionária Mohammad Pakpour;

Ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Nesta segunda-feira (2), o Comando Central do Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos no conflito com o Irã. No domingo (1º), o Pentágono havia anunciado que três militares americanos haviam morrido. Eles estariam lotados no Kuwait, país no Golfo Pérsico que tem diversas bases militares americanas.

 

 

Por que o conflito começou

Os Estados Unidos e Israel alegam que o Irã usa o enriquecimento de urânio com a intenção de fabricar armas nucleares, informação que é negada pelo país. Dessa forma, a ação teria como objetivo destruir o programa nuclear iraniano.

 

Um acordo nuclear chegou a ser pauta entre Irã e Estados Unidos, porém os países não entraram em um consenso após semanas de negociações. Os EUA pressionam o Irã por um acordo nuclear desde o ano passado.

 

Depois da morte de Ali Khamenei, líder supremo do Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a afirmar que a nova liderança iraniana teria interesse em conversar e que ele “concordou em dialogar”, sem mencionar uma data. Porém, o secretário de Segurança do Irã desmentiu Trump, afirmando que o país não irá negociar com os EUA e que a prioridade no momento é defender a pátria.

 

Qual o risco de a guerra escalar para uma ameaça global

Nove países hoje são detentores de armas de destruição em massa, incluindo Estados Unidos e Israel. A Rússia, que também é uma potência nuclear, é o principal aliado internacional do Irã. Porém, atualmente, o país já vive uma guerra contra a Ucrânia e não teria como prestar apoio ao Irã.

 

A China, por sua vez, deu sinais de que não irá se envolver no conflito. Os outros aliados do Irã são grupso extremistas, como Hezbollah, Hamas, Huthis, que não têm armas nucleares. Especialistas, porém, veem o momento como um “cenário sombrio”, com a possibilidade de uma escalada atômica devido ao fim de tratados internacionais somado a ataque direto a instalações nucleares.

 

Ali Khamenei foi morto em ataques dos EUA e Israel

No sábado, os Estados Unidos e Israel realizaram uma ofensiva miliar afirmando que o ataque era necessário para conter o programa nuclear iraniano. Na ofensiva, o líder supremo Ali Khamenei foi morto, além dos chefes militares.

 

O ataque já deixou 555 mortos e, ao menos, 747 feridos, segundo informações da organização humanitária Crescente Vermelho, que atua em países muçulmanos, nesta segunda-feira.

 

Como forma de retaliação, o Irã lançou ataques contra Israel e bases militares dos EUA no Oriente Médio, em países como Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Bahrein. O país iraniano afirma que a morte de Khamenei é uma ‘declaração de guerra contra os muçulmanos” e prometeu vingança. Já Trump ameaçou utilizar “força nunca antes vista” caso Irã continue retaliação.

 

No domingo, o Irã escolheu um novo líder interino, o aiatolá Alireza Arafi, e prometeu eleger um novo líder supremo “em um ou dois dias”.

 

Fonte;Nsc

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