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Lei poderá fechar supermercados aos domingos em estado brasileiro a partir de 1º de abril
Por Administrador
Publicado em 29/03/2026 19:10 • Atualizado 29/03/2026 19:10
Geral

Os supermercados de Goiás podem passar a não funcionar aos domingos a partir 1° de abril, caso os estabelecimentos comerciais e trabalhadores entrem em acordo. Se a medida for aprovada, o estado será o segundo do Brasil a estabelecer a medida, assim como Espírito Santo.

 

O sindicato, que representa os funcionários, pede a redução da jornada semanal de 40 para 36 horas. A negociação acontece em meio às discussões no Congresso Nacional, em Brasília, sobre o fim da escala 6×1, em todo o país.

 

Em entrevista ao g1, os representantes do Sindicato dos Empregados no Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de Goiás (Secom-GO) e do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios no Estado (Sincovaga-GO), que representa os patrões, informaram que as negociações ocorrem neste mês e que a decisão tomada entrará em vigor a partir do dia 1° de abril de 2026.

 

 

No total, mais de 17 mil estabelecimentos comerciais associados em Goiás, que incluem supermercados, empórios e outros que vendem alimentos, fazem parte da votação.

 

Espírito Santo proíbe supermercados de abir aos domingos

Desde 1° de março, supermercados de Espírto Santo não podem abrir aos domingos, em uma decisão feita entre patrões e empregados. A nova convenção coletiva vale estabelece esse fechamento entre 1º de março e 31 de outubro de 2026, como forma de experiência.

 

Além dos supermercados também deverão permanecer fechados aos domingos mercearias, minimercados, atacarejos e lojas de material de construção. 

 

A única exceção será para os pequenos comércios familiares que vendam comida. Estes estarão liberados para continuar abrindo aos domingos. Lojas de shopping também podem funcionar, mas os supermercados que ficam dentro de shopping também precisarão fechar aos domingos.

 

Vale lembrar que os supermercados no Espírito Santo já ficaram fechados em função de convenção coletiva por nove anos, entre 2009 a 2018. Depois foram liberados para funcionar e agora esta decisão foi revista.

 

Fonte;Nsc

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