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Família de Jaraguá do Sul pede ajuda para custear cirurgia de bebê com hidrocefalia; veja como contribuir
Por Administrador
Publicado em 26/04/2026 19:42
Saúde

A pequena Yara Friedel, que vive em Jaraguá do Sul, enfrenta uma luta constante pela vida desde os primeiros dias. Nascida com apenas 28 semanas de gestação e pesando 722 gramas, ela precisou de atendimento intensivo logo após o parto.

 

Com apenas uma semana de vida, Yara foi diagnosticada com hidrocefalia, condição que causa acúmulo de líquido no cérebro. A primeira cirurgia já trouxe complicações: durante o procedimento, ela teve uma crise convulsiva e precisou permanecer internada por 35 dias. Nesse período, a família também recebeu o diagnóstico de displasia broncopulmonar, uma doença pulmonar crônica.

 

 

Com o passar do tempo, novos desafios surgiram. Yara também foi diagnosticada com paralisia cerebral grau 5, o nível mais severo, que compromete significativamente seus movimentos e autonomia.

 

Uma sequência de complicações desde o nascimento

A trajetória da bebê dentro da UTI neonatal foi marcada por momentos críticos. Ela enfrentou uma pneumonia grave e desenvolveu enterocolite necrosante, que levou à perfuração do intestino. Foi necessário um procedimento de emergência, no qual parte do intestino foi removida, seguida de reconstrução.

 

Ao longo desse período, Yara passou por cinco cirurgias, sendo três na cabeça, relacionadas à hidrocefalia, e duas na região abdominal.

 

 

Atualmente, ela apresenta uma série de limitações. Segundo a mãe, Anelize Friedel, “ela é uma bebê que não fala, não anda, não sente, não firma o pescoço e se alimenta por sonda”.

 

 

Além disso, Yara enfrenta crises convulsivas frequentes e faz uso de medicação controlada para tentar estabilizar o quadro. A respiração também exige atenção constante, já que ela ainda apresenta quedas de saturação e, em alguns momentos, precisa de oxigênio.

 

Cirurgia é urgente e pode evitar agravamento

Recentemente, a família percebeu que a cabeça da bebê voltou a inchar, sinal de agravamento da hidrocefalia. Diante disso, Yara precisa passar por uma nova cirurgia para a colocação de uma válvula, responsável por reduzir a pressão no cérebro.

 

Sem o procedimento, o quadro pode evoluir e se tornar fatal.

 

Para agilizar o atendimento, a família optou por buscar o sistema privado de saúde. O custo da cirurgia é de R$ 10 mil, valor que está fora da realidade financeira da família.

 

 

Rotina de cuidados e custos elevados

A rotina de Yara envolve cuidados intensivos todos os dias. Ela precisa de acompanhamento com fisioterapia e fonoaudiologia, além de uso contínuo de medicamentos, muitos deles não fornecidos pelo SUS.

 

Os custos mensais ultrapassam R$ 8 mil, incluindo remédios, transporte, consultas e vacinas. A bebê também necessita de uma cadeira de rodas especial, que não é disponibilizada pelo sistema público.

 

 

Na alimentação, Yara depende de sonda, pois não consegue se alimentar sem risco de engasgo. Ela também deverá passar por uma gastrostomia, procedimento que permitirá uma forma mais segura de alimentação.

 

Além disso, apresenta rigidez muscular, escoliose e dificuldade visual associada ao quadro neurológico.

 

Família pede ajuda da comunidade

Diante de tantos desafios, a família decidiu pedir ajuda. Qualquer valor pode contribuir para a realização da cirurgia.

 

As doações podem ser feitas via PIX:

Chave: 110.024.729-70 (Sicredi)

 

A rotina da família tem sido marcada por dificuldades financeiras. Em muitos momentos, é preciso abrir mão de necessidades básicas para garantir o tratamento da bebê.

 

Mais informações sobre a história de Yara podem ser acompanhadas pelo Instagram: @annefriedel.

Também é possível contribuir pela vakinha online: vakinha.com.br/6082117.

 

Como isso impacta sua vida?

Histórias como a da Yara mostram como situações de saúde podem mudar completamente a vida de uma família em pouco tempo. Ao mesmo tempo, reforçam o papel da comunidade em momentos de dificuldade. Pequenas contribuições podem fazer diferença real quando se somam e ajudam a garantir tratamentos essenciais.

 

 

Fonte:Jdv

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