A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois suspeitos presos pelo latrocínio do empresário Alfredo Fragas dos Santos, crime ocorrido entre as cidades de Balneário Camboriú e Gaspar.
Os investigados passaram por audiência de custódia após serem presos em uma operação conjunta da Polícia Civil de Santa Catarina, Polícia Federal e Polícia Militar de Santa Catarina. Após representação da Polícia Civil, o Poder Judiciário determinou a conversão das prisões em flagrante para prisão preventiva.
Além disso, a Justiça autorizou a quebra do sigilo de dados telemáticos dos celulares apreendidos com os suspeitos. Os aparelhos serão encaminhados para análise da Polícia Científica de Santa Catarina, que ficará responsável pela extração das informações que auxiliarão no andamento das investigações.
O caso segue sendo investigado pela Delegacia de Polícia de Gaspar em conjunto com a DIC de Balneário Camboriú. Novas testemunhas ainda serão ouvidas e outras diligências devem ser realizadas nos próximos dias para esclarecer todas as circunstâncias do crime e apurar a possível participação de terceiros.
O empresário Alfredo Fragas dos Santos foi sequestrado na garagem do prédio onde morava, em Balneário Camboriú, na manhã de segunda-feira (11). Conforme a investigação, ele foi rendido sob ameaça com arma branca, colocado dentro do próprio veículo e levado até Gaspar.
No local, a vítima foi amarrada e assassinada. Durante a ação criminosa, os autores também realizaram transferências bancárias utilizando as contas do empresário antes de fugirem com o carro.
Um dos suspeitos, ex-funcionário da vítima, foi preso enquanto tentava fugir de avião para o Pará, durante conexão em Campinas. O segundo envolvido foi localizado em Blumenau, onde os policiais apreenderam a arma utilizada no crime e as roupas usadas durante a execução do latrocínio.
As investigações apontam que o ex-funcionário havia sido demitido poucos dias antes do crime e teria planejado a ação após conhecer a rotina do empresário.
Fonte:Testo Notícias