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Operação "DNA do Crime" busca recuperar patrimônio público de investigados da "Mensageiro"
Por Administrador
Publicado em 04/06/2026 08:11
Segurança

Na manhã desta terça-feira (2), em apoio à força-tarefa da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) deflagrou a Operação "DNA do Crime", um novo desdobramento da Operação Mensageiro, focado na recuperação de patrimônio público.

 

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão em empresas e residência e 7 de prisão contra empresários, expedidos pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, contra suspeitos de integrar uma organização criminosa.

 

Também foram determinados a apreensão de 95 veículos pesados e de passeio, e o bloqueio de 19 imóveis e de aproximadamente R$ 66 milhões, decorrentes da lavagem de dinheiro de origem criminosa.

 

As ordens judiciais estão sendo cumpridas de forma simultânea nas cidades de Blumenau, Gaspar e Curitiba em residências e em empresas .

 

Os investigados adotavam diversas estratégicas para conferir ares de legalidade aos bens e valores adquiridos através dos crimes de corrupção de agentes públicos e fraude a licitações, destacando-se: celebração de contratos e empréstimos fictícios entre empresas e pessoas físicas do mesmo grupo e o uso de "laranjas" na criação das empresas.

 

Para execução da Operação estão sendo mobilizados: membros do MPSC e 45 policiais integrantes do GAECO, totalizando 47 agentes que estão operando nas ruas e em unidades prisionais em cumprimento das ordens judiciais.

 

Derivação da Operação Mensageiro

 

A Operação "Dna do Crime" é um desdobramento, por conexão, da 6ª fase da Operação Mensageiro, que apura indícios de enriquecimento ilícito de um grupo de empresários, os quais possuem condenações e ações em andamento por crimes de corrupção e fraude licitatória e que atualmente detêm contratos públicos em execução.

 

Operação "DNA do Crime"

 

O nome "DNA do Crime" foi escolhido em razão de que o grupo criminoso investigado é composto essencialmente por integrantes de uma mesma família, envolvendo irmãs, filhos, cunhados e noras da líder do grupo, a qual planejava e articulava toda a operação de lavagem de capitais.

 

 

Fonte:Portal de Schroeder

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