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Site falso, central fraudulenta e Pix: Polícia Civil desarticula esquema que atingiu moradora de SC
Por Administrador
Publicado em 21/08/2026 07:35
Segurança

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou nesta quinta-feira (20) a “Operação Falsa Central Médica”. A investigação apura a atuação de um grupo suspeito de aplicar golpes por meio de uma falsa central telefônica. Uma moradora de Santa Catarina perdeu aproximadamente R$ 4 mil.

 

Durante a operação, os policiais cumpriram mandados em São Paulo e Caraguatatuba. A Delegacia de Defraudações da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DD/DEIC) coordenou a ação, com apoio da Polícia Civil de São Paulo.

 

Ao todo, as equipes cumpriram nove mandados de busca e apreensão.

 

Grupo usava site falso para enganar vítimas

Segundo a investigação, os suspeitos criaram um site falso para atrair clientes de um plano de saúde nacional. Em seguida, a página direcionava as vítimas para uma central telefônica fraudulenta.

 

Dessa forma, os clientes acreditavam que mantinham contato com o atendimento oficial da empresa.

 

Uma moradora de Santa Catarina caiu no golpe ao tentar solicitar a segunda via do boleto da mensalidade. Primeiro, ela fez um pagamento de cerca de R$ 2 mil.

 

Pouco depois, os investigados ligaram para a vítima e afirmaram que devolveriam o valor. No entanto, durante a conversa, eles convenceram a mulher a fazer outras duas transferências por Pix.

 

Com isso, o prejuízo total chegou a aproximadamente R$ 4 mil.

 

Polícia identifica operadores da falsa central

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou os responsáveis pela operação da falsa central telefônica. Além disso, os agentes localizaram pessoas suspeitas de receber e distribuir os valores entre diferentes contas bancárias.

 

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais apreenderam aparelhos celulares. Também encontraram mais de R$ 27 mil em dinheiro na residência de um dos investigados.

 

Dinheiro poderá ajudar no ressarcimento da vítima

Segundo a Polícia Civil, a corporação vai pedir à Justiça a vinculação do dinheiro apreendido. Assim, os valores poderão contribuir para o ressarcimento do prejuízo sofrido pela vítima.

 

Por fim, os investigados respondem pelos crimes de estelionato qualificado pelo meio digital e associação criminosa.

 

 

Fonte:Testo Noícias

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